sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Amor
Escolhi não lhe dizer nada e ver se ele se lembra. Amanhã é o nosso dia, aquele dia mais nosso que todos os outros. E já lá vão quatro. Passou tudo tão rápido. Foi tudo tão inesperado que por vezes dou por mim a tentar lembrar-me de mim sem ele e parece que essas memórias não querem vir. É uma mistura de velocidade com que passou com a profundidade da nossa relação. Como se (volto a dizer) não fosse este o nosso primeiro encontro. Não sei explicar e nem quero. As coisas são muito mais bonitas assim, nossas.
Prezo quem sou, quando ele está por perto. Nunca antes parei o meu mundo para observar o mundo de alguém desta forma. Ou pertencer a um mundo conjunto. Quando estou com ele, não sou eu que importo (e isto é uma estreia para mim) é ele, todo ele. A maneira como se move, como reage, como olha para mim ou quando me beija suavemente nos lábios. É um misto de sentimentos e de emoções dentro de mim. O amor existe, grito felicíssima. E eu estou a vivê-lo como nunca pensei que aconteceria.
Oh, quando ele conduz. Podia passar horas e horas e horas a olhar para ele a conduzir. O meu mundo acaba ali, quando chego perto dele e entro no nosso mundo. Perco-me a olhar para ele. No principio achava isso tão estranho, tão embaraçoso, até. Mas o coração vai aceitando todas essas experiências novas que um verdadeiro amor nos dá. Não existe amor mais verdadeiro que este que sinto por ti. O meu coração comprometeu-se com o teu.
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