segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

compensar a ausência...




Atingirmos a sapiência da vida é, provavelmente, algo que todos nós enquanto seres humanos procuramos no decorrer da longa estrada que é a nossa existência.
Quando paramos para pensar no que é certo e no que é errado a dúvida surge e com ela um confronto de ideias.
Os meus sentimentos revelam as maiores incertezas em mim, os meus medos e a coragem que preciso para sair da cama em dias menos bons. Por vezes, temos aquelas duas vozes em nós que defendem um lado bom e um lado mau. Assustam-me de tal modo que chego a pensar que sou bipolar. Mas não será correto termos algo que batalha pela resposta e vê todos os pontos antes de agir, dizer, decidir…? E este processo repete-se, até nas mais pequenas coisas.
Às vezes peço conselhos, quando as vozes não se decidem e o medo da queda pessoal é tão grande que recorro à experiência dos que me são mais próximos. Porque encontro nela um conforto e repostas que me dão esperança.
Por outro lado, tudo aquilo que me afeta pessoalmente também se relaciona com a minha vida profissional e com o decorrer da minha caminhada para a concretização dos meus sonhos. Todos os dias tenho de deliberar. Agora na escola, um dia na universidade, outro no meu local de trabalho. Qualquer que seja a minha realização vou afetar também outros. Então, vou buscar o Velho do Restelo em mim, que me irá alertar e trazer a sua opinião.
Posso errar vezes sem conta mas espero que o erro me faça, atenta às respostas que a vida e a experiência me podem dar, até porque já dizia Ernest Hemingway “A sabedoria dos velhos é um grande engano. Eles não se tornam mais sábios, mas sim mais prudentes”.

P.S. A blusa que ofereci ao meu João. xx

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Hey, hey


Dizem que as pessoas que mais sorriem são aquelas que por mais coisas passaram. Não sei se é verdade ou não mas sei que muita gente me julga sabendo o meu nome e talvez, conhecendo parcialmente o meu sorriso. Todas as vidas são diferentes. Nunca se pode dizer que sofremos mais que outras pessoas, não sabendo realmente por aquilo que elas passaram. Nem se pode supor que só porque uma pessoa sorri significa que tudo na vida lhe corre bem. É tudo muito relativo. O sofrimento, as pessoas, a vida e a razão porque sorrimos. Temos que saber para falar, o que é raro acontecer. Visto que toda a gente fala sem saber.
Eu gosto de sorrir. Mesmo quando estou triste e quando parece que o mundo me vai cair em cima e eu não me conseguirei desviar. Porque é aquilo que de mais precioso tenho. O meu sorriso sou eu. É a minha forma de comunicar e de ser quem sou. Não interessa pelo que passei ou pelo que irei passar, enquanto der para sorrir, assim o farei.


P.S. 5 meu amor. És alma e vida em mim.