Atingirmos a sapiência da vida é, provavelmente, algo que
todos nós enquanto seres humanos procuramos no decorrer da longa estrada que é
a nossa existência.
Quando paramos para pensar no que é certo e no que é errado a dúvida surge e com ela um confronto de ideias.
Os meus sentimentos revelam as maiores incertezas em mim, os meus medos e a coragem que preciso para sair da cama em dias menos bons. Por vezes, temos aquelas duas vozes em nós que defendem um lado bom e um lado mau. Assustam-me de tal modo que chego a pensar que sou bipolar. Mas não será correto termos algo que batalha pela resposta e vê todos os pontos antes de agir, dizer, decidir…? E este processo repete-se, até nas mais pequenas coisas.
Às vezes peço conselhos, quando as vozes não se decidem e o medo da queda pessoal é tão grande que recorro à experiência dos que me são mais próximos. Porque encontro nela um conforto e repostas que me dão esperança.
Por outro lado, tudo aquilo que me afeta pessoalmente também se relaciona com a minha vida profissional e com o decorrer da minha caminhada para a concretização dos meus sonhos. Todos os dias tenho de deliberar. Agora na escola, um dia na universidade, outro no meu local de trabalho. Qualquer que seja a minha realização vou afetar também outros. Então, vou buscar o Velho do Restelo em mim, que me irá alertar e trazer a sua opinião.
Posso errar vezes sem conta mas espero que o erro me faça, atenta às respostas que a vida e a experiência me podem dar, até porque já dizia Ernest Hemingway “A sabedoria dos velhos é um grande engano. Eles não se tornam mais sábios, mas sim mais prudentes”.
Quando paramos para pensar no que é certo e no que é errado a dúvida surge e com ela um confronto de ideias.
Os meus sentimentos revelam as maiores incertezas em mim, os meus medos e a coragem que preciso para sair da cama em dias menos bons. Por vezes, temos aquelas duas vozes em nós que defendem um lado bom e um lado mau. Assustam-me de tal modo que chego a pensar que sou bipolar. Mas não será correto termos algo que batalha pela resposta e vê todos os pontos antes de agir, dizer, decidir…? E este processo repete-se, até nas mais pequenas coisas.
Às vezes peço conselhos, quando as vozes não se decidem e o medo da queda pessoal é tão grande que recorro à experiência dos que me são mais próximos. Porque encontro nela um conforto e repostas que me dão esperança.
Por outro lado, tudo aquilo que me afeta pessoalmente também se relaciona com a minha vida profissional e com o decorrer da minha caminhada para a concretização dos meus sonhos. Todos os dias tenho de deliberar. Agora na escola, um dia na universidade, outro no meu local de trabalho. Qualquer que seja a minha realização vou afetar também outros. Então, vou buscar o Velho do Restelo em mim, que me irá alertar e trazer a sua opinião.
Posso errar vezes sem conta mas espero que o erro me faça, atenta às respostas que a vida e a experiência me podem dar, até porque já dizia Ernest Hemingway “A sabedoria dos velhos é um grande engano. Eles não se tornam mais sábios, mas sim mais prudentes”.
P.S. A blusa que ofereci ao meu João. xx

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