domingo, 28 de outubro de 2012
João
Hoje estou mais apaixonada que nunca. A felicidade tem-me comido viva. Acredito no amor com todas as minhas forças. Acredito na magia que acontece dentro de nós quando estamos apaixonados. Acredito que existe uma pessoa perfeita para nós, our soulmate. Acredito nisso tudo. Na beleza, na paixão, no desejo, na eternidade com a pessoa que amamos. Sinto-me feliz, concretizada, completa. Como nunca me tinha sentido. Porque agora tenho alguém que me faz sentir assim. A mulher mais feliz e amada do mundo.
Meu João. Amo-te, amo-te, amo-te.
Me, myself and I.
O que me difere de ti e de todos os outros é ver mais longe. Tentam deitar-me abaixo e jogar-me os meus sonhos em cara como se fossem algo negativo, algo repugnante. Não sabem é nada. Para mim, pessoas sem sonhos não são pessoas felizes. Façam-me infeliz todos os dias insistindo em dizer-me que nunca serei nada e nunca conseguirei atingir tudo aquilo que eu quero. Só me deixa mais forte. Continuem. Tentem. Não parem. A vontade que eu tenho de lutar por mim e só por mim, aumenta todos os dias. Não sou ele, não sou tu. Sou eu. Com coisas vossas mas uma pessoa diferente.
Vou fazer de tudo para vos esfregar na cara aquilo que um dia irei conseguir. Eu tenho em mim, todos os sonhos do mundo. Limita-te à vida vulgar que tens. Eu prefiro permanecer nos meus sonhos e pensar que um dia conseguirei aquilo que quero. Do que passar uma vida na monótona rotina.
ESTA SOU EU. Não me percebem. Porque não se atrevem a sonhar.
sábado, 27 de outubro de 2012
No sense.
O primeiro objetivo do meu ano escolar está concluído. Estudar que nem uma louca para o Teste de História. Done. Agora espero pela nota que adorava que se refletisse conforme o esforço que tive nas passadas duas semanas a tentar perceber as ideias de Lenine e Estaline. A Rússia não me diz mesmo nada. Mas quando se quer muito uma coisa acabamos por fazer por isso. Assim o fiz.
Acabei agora mesmo de comer dois queques e este deve ter sido o ponto alto do meu dia. Ou não. Descobri algo que me surpreendeu e como sempre fiquei para aqui a divagar nos meus pensamentos e não fiz nada hoje! Nada de nada. A História matou-me e esta semana preciso tanto de energia que se não recuperar isto, não sei como vai ser. Aproxima-se a campanha para a Associação de Estudantes, o Teste de Ciência Política e de Sociologia e um stress claustrofóbico em cima. Porque sim. Já me conheço. E vai ser assim. Só para não variar, vou agora perder ainda mais tempo (que podia ser aproveitado a estudar) a ver o segundo episódio da temporada 4 de TVD (The Vampire Diaries). Assim, posso alegrar-me um bocadinho a ver o Damon enquanto anseio pela noite de hoje em que finalmente vou estar com o meu namorado. A vida é assim. E eu estou atolada de preocupações e coisas. Vou ser um bocadinho EU agora. World: off. Series: on.
Acabei agora mesmo de comer dois queques e este deve ter sido o ponto alto do meu dia. Ou não. Descobri algo que me surpreendeu e como sempre fiquei para aqui a divagar nos meus pensamentos e não fiz nada hoje! Nada de nada. A História matou-me e esta semana preciso tanto de energia que se não recuperar isto, não sei como vai ser. Aproxima-se a campanha para a Associação de Estudantes, o Teste de Ciência Política e de Sociologia e um stress claustrofóbico em cima. Porque sim. Já me conheço. E vai ser assim. Só para não variar, vou agora perder ainda mais tempo (que podia ser aproveitado a estudar) a ver o segundo episódio da temporada 4 de TVD (The Vampire Diaries). Assim, posso alegrar-me um bocadinho a ver o Damon enquanto anseio pela noite de hoje em que finalmente vou estar com o meu namorado. A vida é assim. E eu estou atolada de preocupações e coisas. Vou ser um bocadinho EU agora. World: off. Series: on.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Good night *
Não gosto das Terças. Boa noite coração e até amanhã. xx
All endings are also beginnings.
Para mim, era o fim. O Verão. Não queria saber de paixões e amores. Queria saber de mim. Estava farta e cansada de tudo o que me rodeava. Até te reencontrar. Vindos do mesmo sítio, como é possível não ter acontecido mais cedo? Não interessa. O reencontro aconteceu no momento perfeito e que a nossa relação foi um choque, lá isso foi. Tanto para ambos como para o mundo à nossa volta. E isso teve tanta piada. Estava destinado a acontecer assim. Vivermos todo este tempo no mesmo sítio, aprender o que é a vida cada um por si, para que neste exato Verão quando eu me encontrava desamparada, apareceres para me salvar. Obrigada príncipe. Encaixamos. Pertencemos.
Estava destinado. Meu maior amor.
sábado, 20 de outubro de 2012
Loving women
Estas mulheres são uns seres mesmo complicados. Já ninguém me pode dizer que a culpa é sempre dos homens. Que coitados, muitas vezes sem razão são culpados por todos os nossos desgostos amorosos, expectativas elevadas e desconfianças desnecessárias.
O homem atrás de mim, é o meu avô. Narciso de nome mas impossível ser Narciso de coração. Está casado com a minha avó desde sempre, diz ele. Quando a viu, apaixonou-se imediatamente. Não só porque a beleza dela era inigualável mas porque assim tinha que ser, segundo ele. Foi assim que eu cresci, convivendo com estes dois e presenciando o efeito do tempo neles. Foram envelhecendo, as dores começaram a aparecer e as queixas foram ficando como se de um "bom dia" se tratasse. Nunca tinha percebido muito este amor. Porque para mim, amor era beijinhos todos os dias a todas as horas, abraços apertados e constantes declarações de amor. Oh, mas como eu estava enganada. Amor não é isto e quem tem este tipo de amor, aviso já que de verdadeiro não tem nada.
Poucas vezes ouvi o meu avô elogiar a minha avó ou dizer-lhe o quanto gostava dela. Nos jantares de família era preciso uma enorme insistência para eles darem um beijinho. Mas houve um acontecimento que cativou a minha atenção e fez-me refletir sobre a verdadeira essência da paixão. O porque de eles durarem tanto tempo juntos e ainda conseguirem sorrir um para o outro e chatearem-se fazendo depois as pazes. A minha avó, sendo mulher, reclama por tudo e por nada (coisa típica das avós e mulheres) e consegue fazer isto desde que ele chega, até ele sair. Muitas vezes sei que o vô, faz-se de parvo e surdo e finge que não percebe nada de nada do que ela diz mas depois há outras vezes em que lhe responde à letra e ela não tem resposta. Ela disse-lhe: "nunca vês nada, tens tudo à frente e nunca vês nada. estás mesmo velho!" Quando ele lhe responde: "mulher, não vejo nada porque passo o meu tempo todo a olhar para ti". Aquele momento levou-me a um estado profundo de melancolia. Sabia que amores destes são raros de se encontrar. Homens destes, puros e Santos poucos foram feitos. Assim amo o meu avô, sendo da maneira que ele é e porque passou uma vida toda do lado de uma mulher da qual eu sou, quase fotocópia.
Amar alguém nunca será fácil. Saímos quase sempre magoados e com o coração apertado mas ter crescido e presenciando algo tão verdadeiro faz-me acreditar que até eu, impossível de aturar, mimada, imatura, impaciente, insegura, possessiva e alguém que reclama de tudo e mais alguma coisa pode encontrar um homem santo, que esteja disposto a ser o meu braço direito, o meu melhor amigo,que olhe para mim e saiba que fomos feitos um para o outro. Também aquele que se faz de parvo e surdo quando começo a parvejar. A minha outra metade.
E todos os dias, quando olho para o meu João, o meu coração diz-me que ele é, esse homem.
O homem atrás de mim, é o meu avô. Narciso de nome mas impossível ser Narciso de coração. Está casado com a minha avó desde sempre, diz ele. Quando a viu, apaixonou-se imediatamente. Não só porque a beleza dela era inigualável mas porque assim tinha que ser, segundo ele. Foi assim que eu cresci, convivendo com estes dois e presenciando o efeito do tempo neles. Foram envelhecendo, as dores começaram a aparecer e as queixas foram ficando como se de um "bom dia" se tratasse. Nunca tinha percebido muito este amor. Porque para mim, amor era beijinhos todos os dias a todas as horas, abraços apertados e constantes declarações de amor. Oh, mas como eu estava enganada. Amor não é isto e quem tem este tipo de amor, aviso já que de verdadeiro não tem nada.
Poucas vezes ouvi o meu avô elogiar a minha avó ou dizer-lhe o quanto gostava dela. Nos jantares de família era preciso uma enorme insistência para eles darem um beijinho. Mas houve um acontecimento que cativou a minha atenção e fez-me refletir sobre a verdadeira essência da paixão. O porque de eles durarem tanto tempo juntos e ainda conseguirem sorrir um para o outro e chatearem-se fazendo depois as pazes. A minha avó, sendo mulher, reclama por tudo e por nada (coisa típica das avós e mulheres) e consegue fazer isto desde que ele chega, até ele sair. Muitas vezes sei que o vô, faz-se de parvo e surdo e finge que não percebe nada de nada do que ela diz mas depois há outras vezes em que lhe responde à letra e ela não tem resposta. Ela disse-lhe: "nunca vês nada, tens tudo à frente e nunca vês nada. estás mesmo velho!" Quando ele lhe responde: "mulher, não vejo nada porque passo o meu tempo todo a olhar para ti". Aquele momento levou-me a um estado profundo de melancolia. Sabia que amores destes são raros de se encontrar. Homens destes, puros e Santos poucos foram feitos. Assim amo o meu avô, sendo da maneira que ele é e porque passou uma vida toda do lado de uma mulher da qual eu sou, quase fotocópia.
Amar alguém nunca será fácil. Saímos quase sempre magoados e com o coração apertado mas ter crescido e presenciando algo tão verdadeiro faz-me acreditar que até eu, impossível de aturar, mimada, imatura, impaciente, insegura, possessiva e alguém que reclama de tudo e mais alguma coisa pode encontrar um homem santo, que esteja disposto a ser o meu braço direito, o meu melhor amigo,que olhe para mim e saiba que fomos feitos um para o outro. Também aquele que se faz de parvo e surdo quando começo a parvejar. A minha outra metade.
E todos os dias, quando olho para o meu João, o meu coração diz-me que ele é, esse homem.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Together we stand, divided we fall.
Gostava que ainda me fosse possível, chamar-te de herói.
Fazes hoje 43 anos de existência. E já passou mais de um ano em que não te ponho a vista em cima. Emociono-me sempre que vejo um abraço, mãos dadas, um beijo na testa, um sorriso, ou qualquer outra coisa partilhada entre um pai e uma filha. Porque me lembro de nós. No tempo em que partilhávamos tudo e no tempo em que abdicaria de qualquer coisa, para passar um tempo com o meu pai. Um tempo que já passou e não volta mais.
Foi a relação mais pura e verdadeira que conheci, a nossa. Pena que, com o divórcio tudo tenha desaparecido. Pena que, tenhas sido o pai perfeito até aos meus 13 anos e depois te tenhas esquecido da nossa força, juntos. Os meus olhos enchem-se de lágrimas quando vagueio pelas memórias. O meu coração enche-se de saudade quando oiço o teu nome. Tive várias fases depois de te teres ido embora. Primeiro, a dos porquês, depois a revolta, o ódio e quando dei por mim era uma combinação dos dois últimos. Agora, passados 4 anos de separação percebo que, já chega. Não vale a pena continuar presa no passado e a única maneira de seguir em frente e preencher este vazio é aceitar a minha dor e o que aconteceu. Nós, nunca mais seremos os mesmos. A confiança entre os dois é algo que nunca mais existirá, como tudo o resto, a segurança, o amor incondicional, o à vontade,... podia continuar. Já não sou a mesma Sofia e muito menos serei alguma vez, a filha que fui. Tal como tu, não és o mesmo Rui e muito menos serás, o pai que foste. Até te agradeço, por tudo o que me fizeste. Porque se hoje sou como sou, foi graças a ti. O primeiro e único homem que partiu de verdade o meu coração. Qual corações partidos devido a namorados. Isso não é nada, comparado com um coração partido devido a um pai. Foi isso, que construiu a minha personalidade e me faz lutar por mim, todos os dias.
Agora, depende da vontade dos dois. Será que nos reencontraremos? Porque ambos sabemos que juntos éramos os mais fortes e separados, insistíamos em falhar um com o outro.
Não sei o que o futuro nos reserva mas depois de me teres dado a lição mais difícil de sempre, estou preparada para tudo.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
J
American Dream
Esta semana chegaram aqueles amigos dos meus pais que vivem na América. E hoje fizeram-me uma visita.
Não sei se sabem mas toda a gente que me conhece, sabe-o. Sou apaixonada pela América desde que me lembro. O meu maior sonho é, e sempre foi estudar lá, viver lá, ficar lá. Porque tudo naquele país, chama e grita o meu nome. Eu paro. O meu mundo para, quando oiço, something about the USA.
Vivo aquilo que gosto intensamente e este sonho que me tem acompanhado desde sempre, faz-me todos os dias companhia, não me deixa descansar enquanto não o realizar. Seja quando estou chateada e penso: fuck it. someday i'm going to be an american girl. Ou quando estou nostálgica e penso: one day i'm going to miss everything about portugal, but who cares, i'm going to be living my dream. E podia continuar com todos os meus pensamentos diários...
A verdade é que a vida nunca foi e nunca será fácil e ter sonhos destes ainda a torna mais difícil mas desafiante. Adoro desafios. Adoro surpreender-me a mim própria e alcançar os meus objetivos. Por isso, do que depender de mim, farei de tudo para que um dia a minha mensagem de bons dias seja um "good morning sweetheart" e não um "bom dia amor". Podem tentar impedir-me, dizer-me que nunca o irei conseguir. Até posso falhar, até posso nem gostar, até posso chorar, até posso arrepender-me mas se não tentar, vou sentir sempre um vazio dentro de mim. Uma mágoa. Vai faltar-me uma parte, enorme.
Cause I always knew that I should be an american girl.
Eles vieram, trouxeram-me prendinhas e disseram-me mais uma vez que é quase impossível ir estudar para lá, sem ser cidadã, por ser muito caro, porque preciso de ser aluna de topo, e porque tudo e mais alguma coisa contra o meu sonho. Mas eu nunca desisti. Não vai ser agora que estou quase a chegar ao momento que o iria fazer. Espera por mim, New York.
Não sei se sabem mas toda a gente que me conhece, sabe-o. Sou apaixonada pela América desde que me lembro. O meu maior sonho é, e sempre foi estudar lá, viver lá, ficar lá. Porque tudo naquele país, chama e grita o meu nome. Eu paro. O meu mundo para, quando oiço, something about the USA.
Vivo aquilo que gosto intensamente e este sonho que me tem acompanhado desde sempre, faz-me todos os dias companhia, não me deixa descansar enquanto não o realizar. Seja quando estou chateada e penso: fuck it. someday i'm going to be an american girl. Ou quando estou nostálgica e penso: one day i'm going to miss everything about portugal, but who cares, i'm going to be living my dream. E podia continuar com todos os meus pensamentos diários...
A verdade é que a vida nunca foi e nunca será fácil e ter sonhos destes ainda a torna mais difícil mas desafiante. Adoro desafios. Adoro surpreender-me a mim própria e alcançar os meus objetivos. Por isso, do que depender de mim, farei de tudo para que um dia a minha mensagem de bons dias seja um "good morning sweetheart" e não um "bom dia amor". Podem tentar impedir-me, dizer-me que nunca o irei conseguir. Até posso falhar, até posso nem gostar, até posso chorar, até posso arrepender-me mas se não tentar, vou sentir sempre um vazio dentro de mim. Uma mágoa. Vai faltar-me uma parte, enorme.
Cause I always knew that I should be an american girl.
Eles vieram, trouxeram-me prendinhas e disseram-me mais uma vez que é quase impossível ir estudar para lá, sem ser cidadã, por ser muito caro, porque preciso de ser aluna de topo, e porque tudo e mais alguma coisa contra o meu sonho. Mas eu nunca desisti. Não vai ser agora que estou quase a chegar ao momento que o iria fazer. Espera por mim, New York.
Família em Paris
Se tive sorte nalguma coisa, foi em ter uma família assim. Ainda em Agosto estiveram cá e o meu coração já aperta de saudades. Ser a única rapariga no meio de tantos rapazes não foi fácil. Mas sempre me senti super protegida por vocês. Para mim, o Verão sempre significou família, o vosso regresso a "casa". Todos os anos conto os dias para que cheguem e para vos chatear com as minhas coisas de mulher. Nunca tive um irmão mais velho, ao invés disso, tive-te a ti P. Que ficavas irritado quando vias que alguém me tratava mal, que me davas na cabeça por acreditar no amor tão ingenuamente, que me dizias que só querias ver a tua prima pequenina feliz. Não é um amor qualquer, este, que nós temos. É uma coisa especial. Construída por nós com o passar dos anos. Podemos ser diferentes, tanto de idade, de personalidade, de naturalidade, também não falamos a mesma língua e enquanto eu sou a portuguesa da aldeia, tu és o parisiense com pais portugueses. Somos o oposto e mesmo assim, o conforto de estar junto a ti é inexplicável. São os meus gémeos, que me aturam desde que era uma criança chata sempre a pedir para ir para as vossas cavalitas e ainda assim, conseguem viver comigo todos os anos e cuidar de mim, como ninguém. Faz mal ao meu coração estarem tão longe mas se não fosse assim, o pouco tempo que passamos juntos não tinha tanto valor.
Um beijo do tamanho do mundo e um abraço de saudade.
p.s. Nunca mais arranjam namorada, para eu ter um pretexto para ir a um casamento em Paris. Vá lá, meninos. Nem que esteja a "chuvar".
Um beijo do tamanho do mundo e um abraço de saudade.
p.s. Nunca mais arranjam namorada, para eu ter um pretexto para ir a um casamento em Paris. Vá lá, meninos. Nem que esteja a "chuvar".
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Plus one
Mais um. De tantos outros blogues que já comecei e acabaram por ficar. Por esquecimento ou por aborrecimento. Nenhum vinca. Nenhum fica. E o excitamento de algo novo, o desejo de recomeçar é mais forte que qualquer outra coisa que guarde um bocadinho do passado. O novo eu.
Uma Sofia como ninguém conheceu. Nem eu. Apaixonada e concretizada. Nas nuvens. O amor é aquilo que nos guia, que nos leva por este mundo fora. Seja à sua procura ou com aquele que amamos do nosso lado. Aos poucos, vou descobrindo em mim uma pessoa que desconhecia.
Estive tanto tempo na escuridão a procurar a luz. Perdida e sem saber como preencher este vazio. Sempre me faltou algo, só não sabia o quê. O amor mostrou-me. O João, mostrou-me. O meu estranho que toda a vida vi.
E vai ser aqui, por tempo indeterminado que vou escrever ou apenas dizer qualquer coisa, mesmo que não se aproveite nada. Seja o que for. xx
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